domingo, 16 de setembro de 2012
A memória das águas.
quinta-feira, 22 de março de 2012
sábado, 26 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
A queixa.
Você pega e despreza
Não devia ter despertado
Ajoelha e não reza
Dessa coisa que mete medo
Pela sua grandeza
Não sou o único culpado
Disso eu tenho a certeza
Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa
Um amor assim violento
Quando torna-se mágoa
É o avesso de um sentimento
Oceano sem água
Ondas, desejos de vingança
Nessa desnatureza
Batem forte sem esperança
Contra a tua dureza
Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa
Um amor assim delicado
Nenhum homem daria
Talvez tenha sido pecado
Apostar na alegria
Você pensa que eu tenho tudo
E vazio me deixa
Mas Deus não quer que eu fique mudo
E eu te grito esta queixa
Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Amiga, me diga...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A dorzinha.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011
O novo [ de novo.
domingo, 9 de outubro de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
A top.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
O rascunho.

"Como um bom barco no mar... eu vou, eu vou..."
Essa coisa de viver é mesmo uma experiência única e intransferível.
Nós, seres pulsantes, completamente, dotados de sentimentos seguimos meio que sem saber pra onde, sem saber ao certo onde vamos chegar.
Por vezes, acreditamos que sabemos, que temos um foco e que a vida está toda encaminhada...
Então tá, né. Vai nessa... hahaha!
Talvez a montanha russa seja o ícone que melhor se associe a vida...
Iiii... Esse texto tá chato e não vai chegar a lugar algum.
Fim.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
A guinada.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O humor.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
sábado, 27 de novembro de 2010
O casório.
I can´t see your face no more
Love is so hard to find
And even harder to define
Ooh open up your door
Cause we´ve time to give
And I´m feeling it so much more
Open up the door
Open up your door
Open up the door
I can´t hear your voice no more
I just want to make you smile
Maybe stay with you a while
Ooh open up your door
Cause we´ve time to give
And my feelings aren´t so obscure
Open up the door
Open up your door
So open up your door
Cause we´ve time to give
And I´m feeling it so much more
Open up your door
Ooh open up your door
Love is so hard to find
And even harder to define
Ooh open up your door
I´ve never been so sure
Ooh open up your door
Open up the door
domingo, 7 de novembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Sobre diálogos.

- Ótimo! Combinado.
[...]
- Olha esse olhar bem... Olha o quão intenso é esse olhar...
- É. Ele é lindo.
- Ela também. É a mulher mais bonita dessa cidade.
- Sei...
- Vacila não!
[...]
- Aqui... deixa eu te mostrar uma coisa!
- Claro! Vamos lá.
[as horas passam no intervalo que existe entre os goles e os filmes]
- Eu pegaria a Céu!
- Eu não, bem...
- No fundo a gente é assim, sabe? Bem macumbeiro. Igual a eles.
- Sei... Ahaza!
- Aqui... Procura em HD. Digita e coloca HD.
- HD não é mágica não, bem!
- E você sabia que ela fazia essa performance toda mesmo já estando ryca?
- Agora vamos escutar nosso hino!
[os cigarros acabam. eles -finalmente- dormem]
- Alguma coisa caiu aí?
- Caiu! Aliás, não!
- Caiu ou não caiu?
- Não. Caiu!
- O que foi? Quebrou?
- Foi nada não. Aquilo ali ó! [seria impossível o nome 'cabide' surgir naquela cabeça, naquele momento]
- Ah tá! Pensei que tivesse sido você.
- Eu? [ ! ]
[triiim triiiim triiim]
- Oi, gata! Bom dia... Tá. Tá tudo certo.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O convite.
domingo, 30 de maio de 2010
A dada.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
O conselho.

Mude, mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a
velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas,
calmamente, observando com
atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os seus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia,
ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama...
Depois, procure dormir em outras camas
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais... leia outros livros.
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor,
o novo jeito, o novo prazer, o novo amor.
A nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida,
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado... outra marca de sabonete,
outro creme dental...
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas,
troque de carro, compre novos
óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros,
outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um outro emprego,
uma nova ocupação,
um trabalho mais light, mais prazeroso,
mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já
conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco,
sem o qual a vida não vale a pena!!!
segunda-feira, 29 de março de 2010
Ah, Booboo...














