segunda-feira, 11 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
A cama.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
O drama.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
2 monólogos.
A bossa nova (desambiguação).

O nosso universo 2 [ à dois ] é maravilhoso.
O nosso universo 1 [ à hum ] é assustador.
O Meu.
O Seu.
---
Ela gostava de tudo muito limpo.
Ele gostava de tudo muito organizado.
Ele estava sujo e ela estava desordenada.
---
E ainda tem aquela gente:
que implica, explica e replica.
E ainda tem a gente:
que complica também.
Ah... Essa gente...
Pra quê tanta gente, minha gente?
sábado, 12 de julho de 2008
A arte.

para lucy:
"eu acho que a arte não pode mesmo ser definida"
"eu acho que a arte é a manifestação do espontâneo após o repertório"
"eu acho que arte é uma palavra bonita"
que com um m se transforma em marte.
e parece ser de lá o endereço desses pensamentos.
porém:
v
á
l
i
d
o
s
e avulsos.
---
afinal, a maior arte é a vida.
[ clichê ]
afinal, a vida é.
sem mais.
ela é.
sem estar.
ser.
será?rte
A dancinha.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
O começo.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
A (à) vontade.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
O desejo.
domingo, 15 de junho de 2008
quarta-feira, 19 de março de 2008
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
A overdose.

Lá pelos lados da Colômbia:
- Tranquilo, amigo. Tranquilo, tranquilo!
- Ow, super!
- O quê você faz por aqui?
- Ah, eu costumo ver o nascer do sol. Sabe... as casinhas brotam das montanhas... e tem uma luz rosa, é lindo. E você?
- É... na minha terra era assim também. Nunca pensei que sentiria esse tipo de saudade.
- Dói lá dentro, né?
- Dói... É uma dor sem cor.
- Preto?
- Não...
- Cinza?
- Talvez... sei que não é branco, parece não ter cor, já disse.
- Vamos parar com esse papo?
- Vamos...
- Amigo? Tranquilo, tranquilo?
- Tranquilo...
- Amigo? Amigo?
Silêncio.
Branco.
O objetivo nunca foi perder os sentidos, mas otimizá-los.
De fato, conseguiu.
- Tranquilo, amigo. Tranquilo, tranquilo!
- Ow, super!
- O quê você faz por aqui?
- Ah, eu costumo ver o nascer do sol. Sabe... as casinhas brotam das montanhas... e tem uma luz rosa, é lindo. E você?
- É... na minha terra era assim também. Nunca pensei que sentiria esse tipo de saudade.
- Dói lá dentro, né?
- Dói... É uma dor sem cor.
- Preto?
- Não...
- Cinza?
- Talvez... sei que não é branco, parece não ter cor, já disse.
- Vamos parar com esse papo?
- Vamos...
- Amigo? Tranquilo, tranquilo?
- Tranquilo...
- Amigo? Amigo?
Silêncio.
Branco.
O objetivo nunca foi perder os sentidos, mas otimizá-los.
De fato, conseguiu.
A respiração, só ela que parou.
domingo, 11 de novembro de 2007
A pergunta.

Ao buscar a pequena na portaria da escola, a mãe se depara com uma pergunta inusitada:
- Mamãe,...
- Fala, flor...
- Para onde vai essa linha tênue que transpassa a vida e se chama tempo, trazendo experiências que nos tornam seres mutantes?
- Não sei, nunca pensei nada a respeito.
---
De mãos dadas, elas entram no carro e mais uma porta é fechada.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
A gente.
A gente era uma ótima combinação.
Boas idéias reunidas.
A gente não existe mais.
Essa gente é pequena.
Que se afoguem no individualismo que tanto preservam!
Que se afoguem no senso cego de responsabilidade que -de fato- tem!
Essa gente não.
Essa gente não tem mais tato.
Essa gente que preciso odiar só por causa do amor que sinto.
Como a gente mudou...
Não se conhece e nem quer se conhecer mais.
Quantos copos, sorrisos e lágrimas...
Tudo acompanhou a água. A mesma que escorreu pelo cano e parou no esgoto.
Ah...essa gente: nada indiferente (ainda).
Boas idéias reunidas.
A gente não existe mais.
Essa gente é pequena.
Que se afoguem no individualismo que tanto preservam!
Que se afoguem no senso cego de responsabilidade que -de fato- tem!
Essa gente não.
Essa gente não tem mais tato.
Essa gente que preciso odiar só por causa do amor que sinto.
Como a gente mudou...
Não se conhece e nem quer se conhecer mais.
Quantos copos, sorrisos e lágrimas...
Tudo acompanhou a água. A mesma que escorreu pelo cano e parou no esgoto.
Ah...essa gente: nada indiferente (ainda).
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
A demissão.
Quando o foco é o relógio e o tempo não passa.
Quando está com sono e não pode dormir.
Quando se tem pouco o que aprender e preguiça de ensinar.
Quando os pensamentos não repousam em ninguém e dormem com as preocupações.
Quando a rotina está
T
O
D
A
errada.
É hora de dar tchau.
Quando está com sono e não pode dormir.
Quando se tem pouco o que aprender e preguiça de ensinar.
Quando os pensamentos não repousam em ninguém e dormem com as preocupações.
Quando a rotina está
T
O
D
A
errada.
É hora de dar tchau.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Os risos.
Gosto de sair.
Gosto de rir com as pessoas.
A gente ri muito.
Fingimos rir juntos e rimos uns dos outros.
Achamos que não é perceptível e que essa artimanha é só nossa.
Pequeno equívoco.
A gente se engana, mas todos riem.
Todos se riem.
Gosto de rir com as pessoas.
A gente ri muito.
Fingimos rir juntos e rimos uns dos outros.
Achamos que não é perceptível e que essa artimanha é só nossa.
Pequeno equívoco.
A gente se engana, mas todos riem.
Todos se riem.
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
A oração.
Posso correr, Senhor?
As piadas deles são horríveis e os sorrisos são falsos.
Tá faltando bondade por aqui, Senhor.
Tá sobrando deslumbre e arrogância.
Sabe o que é pior, Senhor?
Acabo me misturando entre eles, não posso andar desarmado.
Fico parecido com essa gente e isso me dói.
Ah, Senhor...já mudei tanto, nem questiono mais as coisas.
Mas, ainda, tô procurando um sentido, não vou parar até encontrar.
Tem que ter uma razão, Senhor.
Não é possível que você seja tão sádico assim!
Eles complicam demais e bagunçam meus sentimentos, Senhor.
É difícil e não quero ficar reclamando.
Tô levando do jeito que consigo.
Ninguém entende, Senhor.
Ninguém quer entender, eles estão muito ocupados.
Muda meus olhos, Senhor. Não quero ver como vejo.
Muda minha cabeça, Senhor. Não quero pensar como penso.
Aliás, Senhor, me muda daqui.
Isso tudo parece ser tão grande, mas é tão pequeno.
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